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A Persistência Confusa da Minha Subjetividade Objetiva ...

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domingo, 7 de novembro de 2010

Um mundo de um verso só

Postado por Roberta Lima às 07:44



Fruto de um céu tão bonito e secreto...
De um sol, que há muito não o via.
Passando por um tempo que não passa, corria!
Um conjunto coordenado de células...
Organizadas, completas... tão belas.
Possuidor de segredos tão secretos quanto
Aqueles guardados pelo céu, guardião de um verso só.
E só, descobri não ser eu.
Ser eu, me descobri sendo nós.
Nós, vós, eles... desde que desatem os nós
E amarrem meu padrão, seguirei sorrindo...
Desvendando um universo novo, que acabei caindo.
Mas, de que vale descobrir-se tão cedo
Se o bom é desvendar o enigma aos poucos?
Você só se descobre sendo talvez um louco.
Talvez também seja eu, assim como todos,
Um mundo de intensidade.
Transmitido em um único verso (azul de felicidade).
Pronunciado tão rápido que nem dá tempo de
Ser ouvido...
Quanto mais compreendido.


Kellysson Bruno Oliveira.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tecnologia e Ética

Postado por Roberta Lima às 16:17




Em nosso século podemos presenciar numa escala cada vez mais crescente o desenvolvimento de novas tecnologias, as quais surgem com o pressuposto de melhorar a qualidade de vida humana, facilitando e dando conforto a mesma.

 A tecnologia tornou-se uma força. É um verbo, não mais um substantivo. Sua ação mostrou-se tão forte que, agora, percebemos a tecnologia como um superpoder e também como algo que sempre leva a culpa quando uma coisa dá errado. Na realidade, a tecnologia é matéria, é força e é muito mais. É tudo o que criamos: literatura, pintura, música. Bibliotecas são tecnologias. Como também o são os registros contábeis, a legislação civil, os calendários, as instituições, todas as ciências, bem como o arado, as roupas, os sistemas de saneamento, os exames médicos, os nomes de pessoas e o alfinete de segurança. Tudo o que nossa inteligência produz pode ser considerado tecnologia. (VEJA, agosto de 2007)
No entanto, há uma contradição: a tecnologia não é acessível de forma homogênea a sociedade humana, provocando a exclusão digital, o qual não deixa de ser um fator econômico, político, social e ético.
Caberia aos tecnologistas desenvolverem tecnologias mais acessíveis economicamente e mais duradouras, ou o real problema está no Estado e conseqüentemente na política que não acaba com as desigualdades econômicas?
Constitui-se, desse modo, um problema ético a respeito da atuação dos tecnologistas: Estariam estes isentos da responsabilidade social e ética? Boaventura de Souza Santos (2005) diria que não, pois segundo ele, estes não são alheios a sociedade, ao contrário, participam dela, a constroem, e estão conscientemente respondendo a demandas econômicas do modelo capitalista e consumista.
Por outro lado, não podemos reduzir ou querer exterminar as tecnologias, visto que estas representam um avanço e, portanto um benefício para a sociedade. Temos que avaliar, na realidade, de que forma estão sendo produzidas e distribuídas estas tecnologias, se estão cumprindo com seu real objetivo, e se este condiz com as normas éticas estabelecidas socialmente.
Além disso, não podemos ignorar que a concentração de renda, principalmente no Brasil, é muito alta e isso é uma das causas da inacessibilidade de algumas classes econômicas à tecnologia.
Portanto, avaliando o problema da exclusão digital a partir dessas duas facetas podemos concluir que, em suma, estamos tratando de um problema ético, tanto por parte do Estado que não garante os direitos que constam na lei, quanto dos profissionais da tecnologia, que se ausentam da responsabilidade social, criando produtos inacessíveis a algumas classes sociais.
Infelizmente, podemos considerar que a ética da tecnologia praticamente não existe, visto que esta beneficia a minoria e não se responsabiliza pelos impactos sociais que provoca.
Em se tratando de um problema ético, um primeiro passo para a soluçã.o seria ético também, com a criação de um código de ética específico para os tecnologistas (fazendo-o vigorar) e fazer com que a ética política e estatal não seja violada.



Roberta Barbosa Costa Lima.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Postado por Roberta Lima às 15:15
                                


Sejam loucos para que sejam sábios!


(Paulo Coelho)
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domingo, 26 de setembro de 2010

Postado por Roberta Lima às 04:07











'O que esperar de um governo que em nome das prioridades sociais ousa aliar-se a  setores retrógrados e promover a desmontagem da política e da legislação ambiental em troca de um crescimento econômico concentrado na mão de poucos enquanto que as consequências sociais agravadas pelo desrespeito às dinâmicas  limites ecológicos, recaem sobre todos (com enchentes no Sul e Nordeste, por exemplo).Vale tudo em nome do atendimento de demandas sociais resultantes de décadas de um modelo de desenvolvimento injusto e insustentável?'' 


(Rubens Harry Born)


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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Postado por Roberta Lima às 13:00



' Se após a morte existe um paraíso, qual a lógica que há em evitá-la?!

Roberta Barbosa Costa Lima.


Roberta Barbosa Costa Lima.

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Postado por Roberta Lima às 11:00

Vem me resgatar do meu mundo, me leva pro teu e não me deixa mais sair dele...

Roberta Barbosa Costa Lima.
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domingo, 18 de julho de 2010

Postado por Roberta Lima às 14:20

A ordem é uma espécie de cumpulsão à repetição que, uma vez instituída, decide quando, onde e como alguma coisa deve ser feita, de modo que se poupam dúvidas e hesitações em todos os casos idênticos. Os benefícios da ordem são inegáveis; ela possibilita ao homem o melhor uso do espaço e do tempo enquanto poupa suas forças psíquicas. Teríamos direito a esperar que ela se impusesse desde o início e de maneira espontânea no agir humano, e pode causar espanto que tal não seja o caso, de que o homem revela, pelo contrário, uma tendência natural para a negligência, a irregularidade e a falta de seriedade em seu trabalho, e que precisa ser educado com muito esforço para imitar os modelos celestes. 



FREUD, Sigmund. O Mal-Estar na Cultura, tradução Renato Zwick. -Porto Alegre, RS: L&PM, 2010
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sábado, 17 de julho de 2010

Emoção X Razão?!

Postado por Roberta Lima às 10:55

Dizer que razão e emoção se separam (ou até que são opostas) é tão absurdo quanto dizer que "Falei sem pensar".

A emoção é um aspécto da racionalidade humana. Não existiria a emoção se não houvesse a razão.
Para sentir emoções preciso pensar, logo estou usando a racionalidade. Se não o fosse, a emoção seria instintiva.
O homem e a mulher são seres Racionais e Emotivos, e essas duas forças lutam entre si no interior dos mesmos para a tomada de decisões (isso acontece no inconsciente e no consciente).
A racionalidade e a emoção, por sua vez, são construídas na relação entre o cultural e biológico (instintivo e potencial físico/cerebral).
Portanto, você nunca é guiado somente pela razão, sempre há um pouco de emoção no meio; o mesmo ocorre com a emoção, ela nunca está só.



Roberta Barbosa Costa Lima.


(Teorias minhas, se alguém se disponibilizar a tentar quebrar o paradigma (oooh...) pode deixar comentários aqui mesmo, afinal de qual outra maneira é construído conhecimento?!)
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terça-feira, 13 de julho de 2010

Música de Brinquedo - Pato Fu

Postado por Roberta Lima às 13:56



Essa notícia é para os fãs de Pato Fu (como eu!)! A banda, provavelmente esse mês de julho está lançando seu décimo álbum, intitulado "Música de Brinquedo". Nesse álbum, a banda regravou sucessos nacionais e internacionais com um toque todo fofo e especial: os instrumentos são todos de brinquedo (por isso o nome do álbum :)).


Para matar um pouco da curiosidade dos fãs, a banda pôs em seu site dois vídeos de músicas que estarão nesse album, um destes é Live and Let Die (grande sucesso dos Beatles), que hoje trago para vocês! Espero que gostem, eu particularmente ameei! Estou louca para ter este álbum :).

Abraços!


Roberta Barbosa Costa Lima.
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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Postado por Roberta Lima às 11:22

"Exigir da força que não se expresse como força, que não seja um querer dominar, um querer-vencer, um querer-subjugar, uma sede de inimigos, resistência e triúnfos, é tão absurdo quanto exigir da fraqueza que se expresse quanto força."




NIETZSCHE, Frederich Wihelm; Genealogia da Moral: Uma polêmica; tradução Paulo Cézar de Souza. - São Paulo: Companhia da Letras, 1998.
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Dominar o tempo ou deixa-se dominar por ele: Eis a questão...

Postado por Roberta Lima às 11:09



Como posso afirmar que não tenho tempo se, logicamente falando, todos temos o mesmo tempo?

Por que o tempo passa rápido quando estou bem e sinto que mal passa quando algo não me agrada?

Já me disseram que eu quem faço meu tempo, que ele é relativo, que ele é ilusório...
Digo mais: ele é louco!
Como o passado é passado se ele está no presente?
E o futuro?! O futuro não existe, nem nunca existiu...
As pessoas que vivem há mais tempo têm mais tempo que as pessoas que vivem há pouco tempo?
Alguém pode ter total controle sobre o seu tempo?
Quem disse que há tempo para tudo?

E o homem, como bicho curioso que é, tentou (em vão) dominar uma força majestosa, natural, e quase nexplicável: O TEMPO, com seus relógios solares, relógios de pêndulo, relógios analógicos, relógios digitais... E acabou se deixando dominar por ele...




Roberta Barbosa Costa Lima.
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Autobiografia

Postado por Roberta Lima às 12:58



Aqui trago alguns trechos de minha autobiografia, entitulada "A Parte de Mim que Conheço", escrita durante a disciplina Introdução à Filosofia, lecionada pelo Professor David Lopes.Espero que gostem.


A Parte de Mim que Conheço

Não sou Roberta, não sou meu corpo (motivo pelo qual não exponho fotos em minha autobiografia). Simplesmente não existo, a maior parte do que eu era, ou poderia ser eu foi assassinado por uma sociedade hipócrita, perversa e déspota.

Presa nessa ilusão, fui obrigada a aprender a conviver segundo regras e padrões de bonito e feio sem sentido.

Chamaram-me de Roberta Barbosa Costa Lima, uma garotinha considerada pela família como “lindinha”, que nasceu em 29 de agosto de 1991, na cidade de Arapiraca, no estado de Alagoas. Filha de Josefa Wilma Costa Lima e José Roberto Barbosa Lima.
(...)

Apaixonei-me perdidamente pela psicologia. Comecei a assistir aulas no sexto período e a ler livros da biblioteca. O fascínio aumentava cada vez mais. Me senti como uma criança curiosa e alucinada por aquele universo incrível, e ao mesmo tempo, feliz e realizada por ter feito a escolha certa.

(...)

Deparei-me com um sentimento que até então desconhecia, o qual não imaginava que existia, com uma confiança que julgava utópica, com uma felicidade permanente e com uma vontade de estar sempre junto... Vi naquele um “eu” e me sentia “ele”; percebi que viver vale a pena (se for com ele) e que ser feliz é possível. Defini como mais que amor, o meu sentimento por ele. (...)




Quem desejar ter acesso à "obra" completa, pode entrar em contato comigo, pelo blog mesmo.

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Selos

Postado por Roberta Lima às 12:38
(Obrigada, Ataídes!!)

"Com o Prêmio Dardos se reconhece os valores que cada blogueiro mostra cada dia em seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.".




(Obrigada, Bruna!!)


(Obrigada, Bruna!!)




Possuem três regras:

1- Aceitar e exibir a imagem;
2- Linkar o blog do qual recebeu o prêmio;
3- Escolher 10 blogs para entregar os selos.

Os blogs que escolhi foram:

→ Poesias, Paraíso e um tal de Bóris
→ Ilusão em Sonho
→ Lágrima Interrompida
→ Um Matuto em Portugual
→ Adorável Psicose
→ Confissões de uma Adolescente
→ Pega o Nerd 1.0
→ Manual do Cafajeste (Para Mulheres)
→ Fim ou Início?!
→ Psicólogo Neurótico

Abraços!!






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sexta-feira, 30 de abril de 2010

É a treva: rumo ao desastre

Postado por Roberta Lima às 12:28

Copenhague, Dinamarca, dezembro de 2009



Uma jovem e talentosa atriz de uma novela muito popular, Beatriz Drumond, sempre que fracassam seus planos, usa o bordão: “É a treva”.
Não me vem à mente outra expressão ao assistir o melancólico desfecho da COP-15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague: é a treva! Sim, a humanidade penetrou numa zona de treva e de horror.
Estamos indo ao encontro do desastre. Anos de preparação, dez dias de discussão, a presença dos principais líderes políticos do mundo não foram suficientes para espancar a treva mediante um acordo de redução de Gases de Efeito Estufa que impedisse chegar a dois graus Celsius.
Ultrapassado esse nível e beirando os três graus, o clima não seria mais controlável e estaríamos entregues à lógica do caos destrutivo, ameaçando a biodiversidade e dizimando milhões e milhões de pessoas.
O Presidente Lula, em sua intervenção no dia mesmo do encerramento, 18 de Dezembro, foi a único a dizer a verdade: “faltou-nos inteligência” porque os poderosos preferiram barganhar vantagens a salvar a vida da Terra e os seres humanos.
Duas lições se podem tirar do fracasso em Copenhague: a primeira é a consciência coletiva de que o aquecimento é um fato irreversível, do qual todos somos responsáveis, mas principalmente os países ricos. E que agora somos também responsáveis, cada um em sua medida, do controle do aquecimento para que não seja catastrófico para a natureza e para a humanidade. A consciência da humanidade nunca mais será a mesma depois de Copenhague. Se houve essa consciência coletiva, por que não se chegou a nenhum consenso acerca das medidas de controle das mudanças climáticas?
Aqui surge a segunda lição que importa tirar da COP-15 de Copenhague: o grande vilão é o sistema do capital com sua correspondente cultura consumista. Enquanto mantivermos o sistema capitalista mundialmente articulado será impossível um consenso que coloque no centro a vida, a humanidade e a Terra e se tomar medidas para preservá-las.
Para ele centralidade possui o lucro, a acumulação privada e o aumento de poder de competição. Há muito tempo que distorceu a natureza da economia como técnica e arte de produção dos bens necessários à vida. Ele a transformou numa brutal técnica de criação de riqueza por si mesma sem qualquer outra consideração. Essa riqueza nem sequer é para ser desfrutada, mas para produzir mais riqueza ainda, numa lógica obsessiva e sem freios.
Por isso que ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há acordo possível. O discurso ecológico procura o equilíbrio de todos os fatores, a sinergia com a natureza e o espírito de cooperação. O capitalismo rompe com o equilíbrio ao sobrepor-se à natureza, estabelece uma competição feroz entre todos e pretende tirar tudo da Terra, até que ela não consiga se reproduzir. Se ele assume o discurso ecológico é para ter ganhos com ele.
Ademais, o capitalismo é incompatível com a vida. A vida pede cuidado e cooperação. O capitalismo sacrifica vidas, cria trabalhadores que são verdadeiros escravos “pro tempore” e pratica trabalho infantil em vários países.
Os negociadores e os lideres políticos em Copenhague ficaram reféns deste sistema. Essa barganha quer ter lucros, não hesita em pôr em risco o futuro da vida. Sua tendência é auto-suicida. Que acordo poderá haver entre os lobos e os cordeiros, quer dizer, entre a natureza que grita por respeito e os que a devastam sem piedade?
Por isso, quem entende a lógica do capital, não se surpreende com o fracasso da COP-15 em Copenhague. O único que ergueu a voz, solitária, como um “louco” numa sociedade de “sábios”, foi o presidente Evo Morales: “Ou superamos o capitalismo ou ele destruirá a Mãe Terra”.
Gostemos ou não gostemos, esta é a pura verdade. Copenhague tirou a máscara do capitalismo, incapaz de fazer consensos porque pouco lhe importa a vida e a Terra, mas antes as vantagens e os lucros materiais.

Leonardo Boff
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terça-feira, 13 de abril de 2010

Feliz dia do beijo!!!

Postado por Roberta Lima às 16:56

Hoje é o dia internacional do beijo!! Vamos comemoraar!!



Um poco sobre o beijo e sua história




O Beijo, 1907. Gustave Klimt, Galeria Osterreichische, Viena.



- Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua);
- O beijo apaixonado pode ter uma pressão de até 12 quilos sobre os lábios;
- Uma pessoa troca em média 24 mil beijos (de todos os tipos) ao longo de sua vida;
- Um beijo pode transmitir 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de saliva permanecem por 3 dias na boca de quem beijou;
- Em cada beijo, os apaixonados trocam 9 miligramas de água; 0,7 g de albumina; 0,18 g de substâncias orgânicas; 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.


- O escultor francês Auguste Rodin (1840-1917) viveu um romance com Camille Claudel, que ficou imortalizado numa de suas mais famosas obras: O Beijo.

- O final da Segunda Guerra Mundial foi anunciado em agosto de 1945, e como símbolo da vitória dos aliados, ficou registrado o beijo entre a enfermeira Edith Shain e o marinheiro Carl Muscarello, dado na Times Square, em New York. Os dois não se conheciam. A foto foi publicada na revista Life e depois rodou o mundo. Os dois se encontraram 50 anos depois nos estúdios da CBS, que decidiu repetir a cena do beijo.
- A cadelinha Dama e o vira-lata Vagabundo dividem um prato de espaguete. Os dois encontram o mesmo fio de macarrão e se beijam. O desenho animado A Dama e o Vagabundo (1955) tornou-se um clássico entre os namorados.
- Outro beijo inesquecível aconteceu no filme A um Passo da Eternidade (1953), quando uma onda cobre os corpos de Deborah Kerr e de Burt Lancaster numa cena de amor na praia.
- Em 1978, o filme indiano Satyam Shivam Sundaram (Amor Sublime) causou escândalo na Índia e provocou um debate nacional sobre a censura, pois nele apareceram vários beijos entre marido e esposa.





(Fonte: http://kostadealhabaite.blogspot.com/2007/06/teorias-acerca-da-osculao.html)

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Something - The Beatles.

Postado por Roberta Lima às 17:46




Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me
I don't want to leave her now
You know I believe and how

Somewhere in her smile she knows
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You're asking me, will my love grow?
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know

Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
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Postado por Roberta Lima às 17:26


Nada surge do nada...


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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Postado por Roberta Lima às 16:38


Não existe liberdade.
Somos determinados pela Sociedade e pelo Estado, e agimos de acordo com os padrões que estes nos impõem, sem muitas vezes nem saber qual a importância/significado/sentido disso, tornado natural, quase biológico, toda essa hipocrisia.
Se alguém resolve utilizar sua “liberdade” é considerado um desviante de conduta e/ou louco.
É confuso e contraditório como tais instituições, que nós próprios criamos, nos dominam e controlam tanto, e como permitimos que isso aconteça.



Roberta Barbosa Costa Lima.

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