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A Persistência Confusa da Minha Subjetividade Objetiva ...

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

É a treva: rumo ao desastre

Postado por Roberta Lima às 12:28

Copenhague, Dinamarca, dezembro de 2009



Uma jovem e talentosa atriz de uma novela muito popular, Beatriz Drumond, sempre que fracassam seus planos, usa o bordão: “É a treva”.
Não me vem à mente outra expressão ao assistir o melancólico desfecho da COP-15 sobre as mudanças climáticas em Copenhague: é a treva! Sim, a humanidade penetrou numa zona de treva e de horror.
Estamos indo ao encontro do desastre. Anos de preparação, dez dias de discussão, a presença dos principais líderes políticos do mundo não foram suficientes para espancar a treva mediante um acordo de redução de Gases de Efeito Estufa que impedisse chegar a dois graus Celsius.
Ultrapassado esse nível e beirando os três graus, o clima não seria mais controlável e estaríamos entregues à lógica do caos destrutivo, ameaçando a biodiversidade e dizimando milhões e milhões de pessoas.
O Presidente Lula, em sua intervenção no dia mesmo do encerramento, 18 de Dezembro, foi a único a dizer a verdade: “faltou-nos inteligência” porque os poderosos preferiram barganhar vantagens a salvar a vida da Terra e os seres humanos.
Duas lições se podem tirar do fracasso em Copenhague: a primeira é a consciência coletiva de que o aquecimento é um fato irreversível, do qual todos somos responsáveis, mas principalmente os países ricos. E que agora somos também responsáveis, cada um em sua medida, do controle do aquecimento para que não seja catastrófico para a natureza e para a humanidade. A consciência da humanidade nunca mais será a mesma depois de Copenhague. Se houve essa consciência coletiva, por que não se chegou a nenhum consenso acerca das medidas de controle das mudanças climáticas?
Aqui surge a segunda lição que importa tirar da COP-15 de Copenhague: o grande vilão é o sistema do capital com sua correspondente cultura consumista. Enquanto mantivermos o sistema capitalista mundialmente articulado será impossível um consenso que coloque no centro a vida, a humanidade e a Terra e se tomar medidas para preservá-las.
Para ele centralidade possui o lucro, a acumulação privada e o aumento de poder de competição. Há muito tempo que distorceu a natureza da economia como técnica e arte de produção dos bens necessários à vida. Ele a transformou numa brutal técnica de criação de riqueza por si mesma sem qualquer outra consideração. Essa riqueza nem sequer é para ser desfrutada, mas para produzir mais riqueza ainda, numa lógica obsessiva e sem freios.
Por isso que ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há acordo possível. O discurso ecológico procura o equilíbrio de todos os fatores, a sinergia com a natureza e o espírito de cooperação. O capitalismo rompe com o equilíbrio ao sobrepor-se à natureza, estabelece uma competição feroz entre todos e pretende tirar tudo da Terra, até que ela não consiga se reproduzir. Se ele assume o discurso ecológico é para ter ganhos com ele.
Ademais, o capitalismo é incompatível com a vida. A vida pede cuidado e cooperação. O capitalismo sacrifica vidas, cria trabalhadores que são verdadeiros escravos “pro tempore” e pratica trabalho infantil em vários países.
Os negociadores e os lideres políticos em Copenhague ficaram reféns deste sistema. Essa barganha quer ter lucros, não hesita em pôr em risco o futuro da vida. Sua tendência é auto-suicida. Que acordo poderá haver entre os lobos e os cordeiros, quer dizer, entre a natureza que grita por respeito e os que a devastam sem piedade?
Por isso, quem entende a lógica do capital, não se surpreende com o fracasso da COP-15 em Copenhague. O único que ergueu a voz, solitária, como um “louco” numa sociedade de “sábios”, foi o presidente Evo Morales: “Ou superamos o capitalismo ou ele destruirá a Mãe Terra”.
Gostemos ou não gostemos, esta é a pura verdade. Copenhague tirou a máscara do capitalismo, incapaz de fazer consensos porque pouco lhe importa a vida e a Terra, mas antes as vantagens e os lucros materiais.

Leonardo Boff
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terça-feira, 13 de abril de 2010

Feliz dia do beijo!!!

Postado por Roberta Lima às 16:56

Hoje é o dia internacional do beijo!! Vamos comemoraar!!



Um poco sobre o beijo e sua história




O Beijo, 1907. Gustave Klimt, Galeria Osterreichische, Viena.



- Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua);
- O beijo apaixonado pode ter uma pressão de até 12 quilos sobre os lábios;
- Uma pessoa troca em média 24 mil beijos (de todos os tipos) ao longo de sua vida;
- Um beijo pode transmitir 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de saliva permanecem por 3 dias na boca de quem beijou;
- Em cada beijo, os apaixonados trocam 9 miligramas de água; 0,7 g de albumina; 0,18 g de substâncias orgânicas; 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.


- O escultor francês Auguste Rodin (1840-1917) viveu um romance com Camille Claudel, que ficou imortalizado numa de suas mais famosas obras: O Beijo.

- O final da Segunda Guerra Mundial foi anunciado em agosto de 1945, e como símbolo da vitória dos aliados, ficou registrado o beijo entre a enfermeira Edith Shain e o marinheiro Carl Muscarello, dado na Times Square, em New York. Os dois não se conheciam. A foto foi publicada na revista Life e depois rodou o mundo. Os dois se encontraram 50 anos depois nos estúdios da CBS, que decidiu repetir a cena do beijo.
- A cadelinha Dama e o vira-lata Vagabundo dividem um prato de espaguete. Os dois encontram o mesmo fio de macarrão e se beijam. O desenho animado A Dama e o Vagabundo (1955) tornou-se um clássico entre os namorados.
- Outro beijo inesquecível aconteceu no filme A um Passo da Eternidade (1953), quando uma onda cobre os corpos de Deborah Kerr e de Burt Lancaster numa cena de amor na praia.
- Em 1978, o filme indiano Satyam Shivam Sundaram (Amor Sublime) causou escândalo na Índia e provocou um debate nacional sobre a censura, pois nele apareceram vários beijos entre marido e esposa.





(Fonte: http://kostadealhabaite.blogspot.com/2007/06/teorias-acerca-da-osculao.html)

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Something - The Beatles.

Postado por Roberta Lima às 17:46




Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me
I don't want to leave her now
You know I believe and how

Somewhere in her smile she knows
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You're asking me, will my love grow?
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know

Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
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Postado por Roberta Lima às 17:26


Nada surge do nada...


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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Postado por Roberta Lima às 16:38


Não existe liberdade.
Somos determinados pela Sociedade e pelo Estado, e agimos de acordo com os padrões que estes nos impõem, sem muitas vezes nem saber qual a importância/significado/sentido disso, tornado natural, quase biológico, toda essa hipocrisia.
Se alguém resolve utilizar sua “liberdade” é considerado um desviante de conduta e/ou louco.
É confuso e contraditório como tais instituições, que nós próprios criamos, nos dominam e controlam tanto, e como permitimos que isso aconteça.



Roberta Barbosa Costa Lima.

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